Maestro

Bruno Martins | Currículo Musical

Bruno Martins é um maestro português nascido em 1988, iniciou os seus estudos musicais no Conservatório de Música da JOBRA. Estudou piano e canto lírico com Svetlana Mikhaylishcheva e Ângela Alves, respetivamente.

 

Continuou os seus estudos em canto na Universidade de Aveiro, onde se formou na classe de António Salgado. Sendo um músico versátil, Bruno Martins sempre se dedicou a três grandes áreas musicais: Canto, Piano Acompanhamento e Direção de Coro e Orquestra. Além dos seus estudos em canto, Bruno Martins continuou a trabalhar como pianista correpetidor em masterclasses e concursos.

 

Como tenor, em 2005, conquistou o primeiro prémio na VII edição do Concurso Santa Cecília, promovido pelo Curso de Música Silva Monteiro, Portugal - Academia de Música - Porto, Portugal.

 

Em 2014 concluiu a Pós-Graduação em Ópera e Estudos Músico-Teatrais na ESMAE/IPP - Escola Superior de Música e Artes do Instituto Politécnico do Porto sob a orientação do Maestro António Saiote. Como maestro, trabalhou ainda com Adriano Martinolli D'Arcy, Edgar Saramago, J.Béreau, Jorge Matta, Mário Mateus, Walter Kobéra, Vasco Negreiros, Gyorgy Klementyev e Ernst Schelle e Zsolt Nagy.

 

Lecionou nas áreas de canto, música de câmara, coro, orquestra e piano acompanhamento no Conservatório de Música de Ourém e Fátima, Conservatório Regional de Castelo Branco, Academia de Música do Fundão e Conservatório de Música S. José da Guarda.

 

De 2014 a 2015 foi maestro convidado da Orquestra Clássica do Centro - Orquestra Portuguesa - Coimbra, Portugal, bem como membro da Direção Artística da Associação.

 

Colaborou em projetos desenvolvidos pela ESMAE/IPP, onde dirigiu Mahagonny e Die Sieben Todsünden de K. Weill, Die Zauberflöte de WA Mozart, L'Enfant et les Sortilèges e L'Heure Espagnole de M. Ravel. Dirigiu ainda estreias de obras como Auto da India (ópera em 4 atos composta por Leonor Abrunheiro, José Tiago Baptista, Jorge Portela e Bruno Ferreira), Go Spectral de João Pedro Coimbra, Esteio de Manuel Brásio, Contradanças Folclóricas de José Tiago Baptista.

 

Em janeiro de 2015, em virtude de um protocolo de parceria entre o Coro de Câmara de São João da Madeira e a Academia de Música e Dança do Fundão, Bruno Martins dirigiu em tournée a obra Magnificat de John Rutter.

 

Em março de 2017 Bruno Martins estreou a sua obra Libera me Domine e colaborou na composição de duas obras para o livro Era uma vez… (pequenas peças para piano), editado pela AvA Musical Editions e pela Academia de Música e Dança do Fundão. No mesmo ano foi convidado como diretor artístico e maestro convidado do XII Festival de Música da Beira Interior promovido pela SCUTVIAS S.A. No último concerto deste festival Bruno Martins dirigiu a Orquestra e o Coro Sinfónico da Beira Interior onde estreou a obra Monsanto composta por Luís Cipriano.

 

Em maio de 2018, convidado pelo Maestro António Vassalo Lourenço, dirigiu o Coro Misto do Departamento de Comunicação e Arte da Universidade de Aveiro onde estreou a sua obra Gloria in excelsis Deo, obra dedicada ao mesmo coro.

 

Em julho do mesmo ano Bruno Martins foi convidado pela direção artística do Festival de Música da Figueira da Foz/Orquestra Nacional de jovens, para criar e dirigir a Orquestra Nacional Juvenil. Foi ainda aceite no programa de Erasmus+ Trainning no Conservatorio Superior de Música de Castilla y León (COSCYL - Salamanca), como maestro e professor assistente do maestro Javier Castro Villamor e da maestrina Blanca Anabitarte, acumulando a função de preparador vocal do Coro Proyectos do mesmo Conservatório.

 

Em dezembro de 2018 fundou o Momentum Chorale Ensemble e desde janeiro de 2019 integra a Direção do Festival de Música da Figueira da Foz/Orquestra Nacional de jovens nas funções de Director Artístico da Orquestra Nacional juvenil e do Coro Nacional de jovens. Actualmente frequenta o Mestrado em Direção de Orquestra da Universidade de Aveiro, sob a orientação do Maestro António Vassalo Lourenço e do Maestro Ernst Schelle, onde já dirigiu a Orquestra Filarmonia das Beiras, a Orquestra de Cordas e o Coro Sinfónico do Departamento de Comunicação e Arte da Universidade de Aveiro.

 

 

 

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